Em uma reviravolta humilhante para o prefeito de Tangará da Serra, Vander Masson, e sua desastrosa equipe jurídica, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso jogou por terra mais uma manobra autoritária e covarde do gestor municipal.
A tentativa de silenciar opositores e censurar a página Tangará Mil Graus foi escancaradamente desmontada e classificada como juridicamente absurda.
Quem saiu gigante dessa batalha?
Ele mesmo: Jean Piccoli, o advogado que não apenas defendeu, mas desmoralizou toda a armação montada por Masson.
O prefeito tentou utilizar a Justiça Eleitoral como palco para um espetáculo farsesco, acusando os comunicadores Bruno Mantovani, Felipe Rodrigo e o próprio Jean Piccoli de espalharem “fake news” e calúnia por associarem seu nome às agressões físicas sofridas pelos jovens, supostamente a mando de aliados do mandatário.
O que Masson não esperava era que sua peça teatral de perseguição política fosse desmontada com requintes de técnica jurídica.
O TRE-MT foi categórico: a ação movida por Vander era ilegal, sem fundamento, baseada em um procedimento completamente equivocado e deveria ter sido proposta pelo Ministério Público, e não por um prefeito ressentido com críticas públicas.
A decisão unânime dos magistrados foi de extinguir o processo sem sequer entrar no mérito, declarando que a ação era tão mal formulada que sequer poderia ser julgada.
Em outras palavras: a equipe jurídica do prefeito protagonizou um vexame processual histórico, confundindo representação eleitoral com ação penal — uma falha que beira o amadorismo jurídico.
O relator do caso, juiz Luís Otávio Pereira Marques, foi direto ao ponto: “Todo o arcabouço da inicial remete aos crimes eleitorais tipificados no Código Eleitoral, cuja consequência final seria a aplicação de penas criminais.
Mas o processo foi conduzido como se fosse uma mera representação cível”. Tradução: a petição era uma gambiarra jurídica digna de reprovação em primeiro semestre de faculdade de Direito.
Enquanto isso, Jean Piccoli conduziu sua defesa com maestria, apontando provas ignoradas, vícios processuais grotescos e a flagrante tentativa de calar vozes dissidentes por meio de perseguição judicial.
Com sólida argumentação, Piccoli mostrou que, além de advogado, é escudo da liberdade de expressão em Tangará da Serra.
E o que diz o prefeito agora? Nada. O silêncio é compreensível: foi escorraçado pelo TRE com uma decisão que desmonta seu teatro autoritário, jogando luz sobre sua fragilidade política e jurídica.
O caso deve entrar para os anais da Justiça Eleitoral de Mato Grosso como um exemplo de como o uso abusivo do Judiciário pode ser freado por operadores do Direito comprometidos com a democracia e com a verdade.
Jean Piccoli mostrou que não se curva a poderosos nem abaixa a cabeça para quem quer censurar a imprensa popular.
Tangará agradece.
E o prefeito… que aprenda a diferença entre justiça e vingança.
CAMPO NOVO EM FOCO